sexta-feira, 25 de março de 2011

Vida Verde - 5 dicas práticas de como ter uma vida mais “verde”

 5 dicas práticas de como ter uma vida mais “verde”

 
Pegada de carbono é a marca que nós deixamos no planeta, seja por nossas atitudes ou pelo nosso consumo, ou seja, tudo o que fazemos tem algum impacto. Porém, existem maneiras práticas e baratas de torná-lo cada vez menor.
A primeira opção é ter uma bicicleta. Esse meio de transporte é correto em todos os aspectos, desde o cuidado com o meio ambiente, já que não polui, até o benefício que ele pode trazer a saúde de seus usuários.
Uma questão que aos poucos vira realidade em muitas grandes cidades e já se comprovou acessível e eficiente é a proposta de morar próximo ao local de trabalho. Essa solução evita tanto o desgaste físico e emocional do trabalhador, que reflete em seu desempenho profissional, quanto no meio ambiente, pois reduz drasticamente os congestionamentos e emissões de gases de efeito estufa a partir dos meios de transporte.
Reduzir o consumo de carne vermelha também é um jeito efetivo de minimizar a quantidade de gases de efeito estufa que nós emitidos como consequência da nossa alimentação. Isso não quer dizer que todos precisam se tornar vegetarianos, mas a carne vermelha pode ser substituída por outros alimentos durante a semana e consumida livremente aos finais de semana. Assim como o ciclismo, esse controle alimentar também pode beneficiar muito a saúde e ainda contribuir para o controle de doenças como a obesidade e o colesterol alto.
Ainda em relação à alimentação uma boa opção é o consumo de produtos locais e sazonais. Além de isso garantir que os alimentos chegarão ao consumidor final mais rapidamente e fresquinhos, a prática incentiva o desenvolvimento do comércio local, gerando renda e emprego na própria comunidade.
O consumo consciente é um dos pontos mais importantes para que a redução da pegada de carbono seja alcançada e é também um dos mais difíceis de serem colocados em prática. O ideal seria que as pessoas comprassem somente aquilo de que realmente precisam, para evitar desperdícios e o consumo exacerbado. A dificuldade está no fato de que o capitalismo é praticado em quase todo o mundo, com a filosofia totalmente inversa a essa.
Ter práticas de vida mais sustentáveis não significam necessariamente grandes mudanças ou gastos. Pelo contrário, muitas ideias para reduzir as emissões pessoais de gases de efeito estufa acabam gerando economia e estão acessíveis a qualquer pessoa.

Fonte: ClicoVivo

Arquitetura - Holandeses criam torre que produz energia limpa.

Holandeses criam conceito de torre comercial que produz energia limpa

 

O NL Architects, escritório de arquitetura holandês, desenvolveu dois conceitos de torre recentemente apresentados à competição “Taiwan Conceptual Tower International Competition”. 
A primeira delas é denominada “Tower Power” e tem como conceito a sustentabilidade, oferecendo diversos serviços além da geração de energia elétrica. A segunda torre é chamada de “Tower of Change”, e consiste em um novo conceito de restaurante giratório que muda constantemente a visão sobre a paisagem. Além disso, o prédio possui um museu, escritórios, centro de conferências e estacionamento. 
Como a primeira torre tem a sustentabilidade em todo o seu conceito, ela é a principal novidade deste projeto. A ambição dos arquitetos é conseguir criar uma torre de 300 metros, com funções de turismo e recreação que servirá como um "modelo de construção verde". 
A oportunidade de criar um edifício que é pensado em reduzir ao máximo o impacto de uma construção desse porte na terra, incentiva ainda mais os seus projetistas. A tentativa é de que seja possível criar um edifício ícone de referência que "minimiza a utilização dos recursos da terra”. Eles pretendem produzir arquitetura com o mínimo possível de resíduos. 
A torre pensada por eles poderia combinar o potencial simbólico de um observatório, com a capacidade de produzir energia. Tornando-se um ponto de referência e também uma turbina de vento.
A Tower Power possui dois mil rotores que, juntos, produzem oito megawatts. Ela não é apenas um símbolo de boas intenções, mas de fato foi planejada para produzir energia verde. Em vez de ser mais um ícone 'vazio', a torre é um objeto útil, funcional e ecologicamente correto. 
Sem aparência técnica obrigatória de turbinas de vento como conhecemos, a torre é uma tentativa de investigar como as usinas do futuro podem ser transformadas em objetos de beleza. 
A estrutura da torre apresenta um exoesqueleto que é uma rede envolvida em torno do edifício que, em conjunto com o núcleo do prédio, suporta os elementos necessários. A construção é talvez uma reminiscência de tecelagem de bambu ou andaimes de bambu. A tecelagem da estrutura cria um padrão intrincado de espaços vazios, que podem ser ocupados pelas turbinas eólicas de eixo vertical. 
O projeto todo contém espaços funcionais tradicionais, como hall de entrada, estacionamento, museus, escritórios, centro de conferências e um observatório.  


Fonte: Redação CicloVivo

Sustentabilidade - Fórum Internacional da Sustentabilidade conta com personalidades

Em seu primeiro dia, o evento contou com a participação de Arnold Schwarzenegger e Bill Clinton (imagem: Getty Images)

Fórum Internacional da Sustentabilidade conta com importantes personalidades mundiais


Começou na última quinta-feira (24) o segundo Fórum Internacional de Sustentabilidade. Em seu primeiro dia o evento contou com a participação de Arnold Schwarzenegger e do ex-presidente dos EUA, Bill Clinton.
O evento, que ocorre em Manaus, é realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE (Grupo de Líderes Empresariais). Além disso, reúne 600 lideranças empresariais, políticas, ambientais em defesa das práticas e mecanismos bem-sucedidos para o desenvolvimento sustentável mundial.
Em sua apresentação, Schwarzenegger comentou muito sobre as soluções aplicadas em sua gestão no estado da Califórnia e como a sustentabilidade está relacionada com atitude, mobilização e consciência social.
Mesmo com a participação de importantes personalidades norte-americanas, o ponto alto do primeiro dia foi a palestra de Dan Epstein, responsável pelo desenvolvimento e entrega da estratégia de sustentabilidade para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Dinâmico e rápido, o projetista deu seu principal recado falando sobre planejamento - tudo pode ser feito de uma maneira melhor, melhor para todos e isso não necessariamente precisa ser mais caro.
Epstein também mostrou todas as aplicações feitas na construção da vila olímpica de Londres e o legado que ficará para a cidade após o evento esportivo. Um dos fatores principais no projeto inglês é a preocupação com a recuperação da área envolvida, que devem servir de exemplo para o Brasil ao sediar a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Arquitetura - Ingleses criam estrutura para dessalinização de água

Ingleses criam estrutura para dessalinização de água que pode funcionar como anfiteatro
A água é considerada como uma das coisas mais importantes do mundo, e com o aquecimento global alguns prevêm que este recurso não será suficiente em um futuro próximo.
O projeto “Teatro del Agua” ou “Teatro Aquático”,  criado pelo escritório de arquitetura Grimshaw Architects, foi feito pensando na escassez de água em um futuro próximo. Ele está previsto para ser construído em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, Espanha.
A cidade necessitava de propostas para revitalizar a zona portuária industrializada. Assim que surgiram sugestões de maneiras de como a ilha poderia avançar para a autossuficiência em energia renovável e água fresca.
O objetivo do projeto é dessalinizar a água do mar e transformá-la em água fresca. Neste processo natural, o calor do sol é usado.
Por ser de origem vulcânica, a ilha tem lados muito íngremes em estreita proximidade com águas muito profundas e frias. Dentro de quatro quilômetros do porto, o fundo do mar cai rapidamente a uma profundidade de mil metros, onde a temperatura da água chega a 9ºC. Um benefício adicional do programa é que as Ilhas Canárias têm um vento nordeste muito regular e quente com velocidade média de sete metros por segundo, podendo ser aproveitado para ventilação.
O esquema utiliza evaporadores e condensadores acoplados para produzir grandes quantidades de água destilada. A água evaporada é colhida nos condensadores que são refrigerados por água do mar profundo. A estrutura de varredura irá incorporar painéis solares para fornecer calor para os evaporadores e vai operar quase que totalmente com energia renovável.
A água do mar sobe por uma tubulação plástica, para evitar corrosão, e em seguida um spray dela é lançado em uma superfície absorvente; quando a brisa do mar quente passa pela superfície no sentido oposto, a água retida na membrana evapora, deixando o sal pra trás. A mesma brisa quente arrasta a água evaporada que vai para os canos frios, onde ela é condensada e liberada fresca e pronta para uso. O resultado é o fornecimento de água inesgotável.
Projetos como esse podem ser usados ​​para fornecer métodos sustentáveis ​​e de baixo custo de resfriamento para a produção de água doce. A energia usada no processo é renovável, livre de carbono e ilimitada em sua abundância, já que o calor do sol evapora a superfície da água.
 

Se a temperatura do ar para um trocador de calor de água está constantemente abaixo da temperatura do ponto de orvalho e se sua superfície é exposta ao vento, o vapor de água condensa em água potável de forma contínua. A taxa de condensação aumenta na mesma medida em que se aumenta a temperatura do ar e umidade, e existem vários métodos de fazer isso através do uso da energia solar.
A temperatura média nas Canárias está em torno de 20ºC e raramente cai abaixo de 14ºC. A umidade relativa do ar permanece constantemente alta, acima de 70% ao longo do ano. Assim, com uma temperatura de resfriamento de 10ºC, a água doce será produzida todos os dias do ano, mas muito mais no verão do que no inverno.
A água produzida é de qualidade destilada, semelhante ao orvalho ou chuva, e não necessita de qualquer tratamento químico, ao contrário de todos os outros processos de dessalinização.
O desenvolvimento proposto abrange uma área de cerca de 400 mil metros quadrados. No clima ensolarado das Ilhas Canárias, a quantidade de energia solar que cai sobre esta área é muito grande, chegando a cerca de 320 MW. Se, por exemplo, apenas 1/10th de energia forem utilizadas para destilação de água, cerca de 300 m3 por dia de água doce seria produzido. Os edifícios seriam, portanto, autossuficiente em água, e o excedente seria suficiente para irrigar cerca de 50 mil m2 de jardins.
A estrutura é orientada perpendicularmente ao vento predominante para obter um fornecimento de ar ambiente. A vazão é controlada por persianas que também incorporam painéis solares para fornecer calor para a evaporação.
Além de servir como um mecanismo visível de sustentabilidade, O “Teatro del Agua” funciona como um auditório. Este projeto poderia ser construído e implementado em qualquer escala.
A vida no século 21 é rodeada de alta tecnologia, sofisticações, mas continua dependente das necessidades básicas da vida como comida, abrigo e energia e, acima de tudo, água. O ser humano pode viver semanas sem comida, mas somente dias sem água. Em um lugar como o deserto somente horas. O “Teatro Del Agua” não precisa de combustíveis. Ele precisa somente de água do mar, vento e sol. 
O processo é baseado no conceito de efeito estufa com água marinha, mas os princípios não se limitam à agricultura e podem ser facilmente adaptados ao ambiente construído. Na verdade, muitos dos princípios têm sido utilizados desde a antiguidade a moderar o clima em regiões quentes e áridas.


Especial Hora do Planeta - Jogadores de futebol, Neymar e Lucas, aderem à Hora do Planeta


Jogadores de futebol, Neymar e Lucas, aderem à Hora do Planeta


Amanhã (26 de março), luzes no mundo inteiro serão apagadas por uma hora com o intuito de demonstrar a preocupação das pessoas com o aquecimento global. A “Hora do Planeta”, como é chamado o ato, ganhou o apoio de dois jogadores de futebol, Neymar, do Santos, e Lucas, do São Paulo.
O evento, idealizado pela rede ambiental WWF, acontece anualmente e tem como intuito conseguir o apoio de cada vez mais pessoas dispostas a demonstrarem que o mundo está preocupado com o aquecimento global e com as consequências que ele pode nos trazer.
Durante as últimas mobilizações a rede contou com o apoio de governos e de famosos, que ajudaram a divulgar a iniciativa. Para este ano não foi diferente. No Rio de Janeiro, por exemplo, as luzes que iluminam o Cristo Redentor serão apagadas, assim como os arcos da lapa, outro importante ponto turístico da capital fluminense. A cidade de São Paulo, que participa do evento desde 2009, confirmou nesta segunda-feira (21) que mais monumentos serão apagados neste ano, em relação a 2010.
Entre às 20h30 e 21h30 de sábado (26) todas as pessoas, empresas e governos que optaram por participar da Hora do Planeta deverão manter as luzes apagadas. Os jogadores que se comprometeram a fazer o mesmo, também informaram que irão divulgar a iniciativa através das redes sociais, para que o exemplo deles possa ser seguido por outras pessoas em todo o país.
A novidade para este ano, por parte da WWF, é que além de mobilizar as pessoas a apagarem as luzes como forma de protesto e conscientização, as cidades participantes serão incentivadas a adotarem outras políticas relacionadas à preservação ambiental. Alguns exemplos são o investimento e desenvolvimento de meios de transporte menos poluentes e coleta seletiva de lixo.
A iniciativa é livre. No site da rede ambiental, está disponível um cadastro que permite que a WWF tenha o controle de quantos participantes houve, com o intuito de melhorar esses números para o próximo ano. Com informações do Estadão e WWF.


Fonte: Redação CicloVivo

Tecnologia - Estudantes franceses criam moto movida a ar comprimido

Estudantes franceses criam moto movida a ar comprimido

 
A Saline Bird é um conceito de moto velocidade inovador, que tem como combustível o ar comprimido. A motocicleta foi desenvolvida por cinco franceses, estudantes de design, Charles-Edouard Berche, Ugo Spagnolo , Adrien Fuinesl, Frédéric Dobbelstein e Jean-Philippe Paries, da Escola Internacional de Design de Valenciennes, França, para o projeto final de 2010/2011. 
A moto é equipada com uma tecnologia que ao invés de utilizar combustíveis fósseis, movimenta o equipamento através do ar comprimido. Por isso, ela é equipada com três tanques de ar, com capacidade total para 27 litros. Todos os elementos são confortavelmente protegidos pela armação construída em fibra de carbono, para reduzir o peso e ainda fornecer a força necessária para acomodar o motociclista.  Para minimizar a resistência do ar o piloto fica em posição de pilotagem plana, para permitir máxima eficiência e aerodinâmica.
O desenho pensado especificamente para este modelo possui linhas suaves e agradáveis. Os tanques ficam sob o peito do piloto aproximadamente no mesmo lugar onde os tanques de motos à gasolina ficam. 
Os painéis de corpo são substituídos por peças de couro que podem ser usadas cobrindo os cilindros de ar ou não, deixando a estrutura a mostra. A capa funciona como uma “meia” que é responsável por alterar o estilo e design da moto. Além disso, a motocicleta pode ser transformada em um modelo de estrada ou de corrida apenas com a substituição do guidão. 



Fonte: Redação CicloVivo

quarta-feira, 23 de março de 2011

Reciclagem - Pacotes de salgadinhos viram bolsas

Pacotes de salgadinhos viram bolsas

O jovem estudante Tom Szaky tinha apenas 19 anos quando decidiu criar a TerraCycle. O que seria apenas uma empresa de fertilizantes orgânicos se expandiu para uma companhia internacional que hoje fabrica diversos produtos sustentáveis, como bolsas, lancheiras, guarda-chuvas e até caixas de som, utilizando materiais que iriam para o lixo, como embalagens de alimentos e bebidas.

Com o sonho de encontrar um caminho mais responsável de se fazer negócio e que fosse, ao mesmo tempo, bom para o planeta e para as pessoas, Tom montou um novo modelo de empreendimento sócio-ambientalmente responsável.

A fórmula desenvolvida pelo jovem empreendedor levava em consideração fatores como o desenvolvimento sócio-econômico por meio da geração de renda e da construção social, bem como a redução do volume de lixo que chega aos aterros graças à sua reutilização como matéria-prima para a fabricação de novos produtos.

O resultado foi a conquista de prêmios e o reconhecimento de importantes publicações e organizações como a Inc. Magazine, Red Herring, The Home Depot, The Environmental Business Journal, The Social Venture Network e Zerofootprint, além de parcerias com grandes empresas, como Wal–Mart, Kraft Food, Frito Lay, Stonyfield Farm e Mars Wrigleey.
 

Fonte: www.ecodesenvolvimento.org

Moda - Bolsa de bola de futebol

Bolsa de bola de futebol é a novidade alemã em upcycle

Nada mais dinâmico e conveniente do que transformar uma bola usada em uma bolsa, no país do futebol. Apesar de ter sido criada na Alemanha, certamente esta moda vai ter muitos adeptos aqui no Brasil. 
Esta bolsa única denominada “Soccer Ball Bag”, que em tradução livre significa “Bolsa de Bola de Futebol”, é toda feita a mão. Esta bolsa é feita a partir de uma técnica conhecida como Upcycle, que tem como objetivo dar nova vida a coisas que aparentemente perderam sua utilidade. Para fazer esse artesanato foi necessário apenas uma bola de futebol usada, um botão de pressão de metal e uma tira de tecido costurada do lado de fora. No interior da bolsa, uma lona de caminhão constitui o bolso que é do tamanho ideal para abrigar um ipod ou celular.
Facilmente “fabricada”, a bolsa está quase pronta somente ao virar a bola de futebol usada do lado avesso. Os diferentes sinais e marcas que foram feitas pelo antigo dono ficam visíveis no interior; este fator portanto, faz com que cada bolsa seja única, o que significa que duas pessoas não poderão ter exatamente o mesmo design. 
Uma bolsa como esta, vendida somente no exterior, custa em torno de R$ 150. Mesmo não sendo comercializada no Brasil, nada impede que as brasileiras tenham uma bolsa como essa. Pois, pela facilidade, qualquer um pode fabricar o seu próprio acessório, basta se inspirar nas fotos da galeria acima e usar sua criatividade.  
 

Fonte: Redação CicloVivo

Tecnologia - Calculadora ecologicamente correta substitui baterias por água

 

Calculadora ecologicamente correta substitui baterias por água

 
A calculadora “Hydro Power Calculator” é um dispositivo ecologicamente correto pois não necessita pilhas ou baterias. Ela é muito fácil de utilizar, basta preenchê-la com água e começar a trabalhar. Uma única carga de água é suficiente para abastecer a calculadora por até três meses. 
Pilhas e baterias oferecem grandes riscos ao meio ambiente, principalmente quando descartadas de maneira incorreta. Com este dispositivo parte deste tipo de problema é minimizado. 
A calculadora movida água tem a capa exterior transparente permitindo que você veja o circuito interno e os processos relevantes que ocorrem. 
O dispositivo vem com três baterias em forma de cápsula hidroelétrica, cada uma com dois eletrodos feitos de ligas especiais. Quando essas ligas são imersas em água, uma reação química ocorre e como resultado, uma pequena corrente é gerada, suficiente para o pequeno dispositivo.
Portanto, tudo que tem que ser feito é preencher todas as três baterias com água e encaixá-las nos orifícios posicionados acima da tela. Como a água evapora devido a reação química que acontece, uma recarga ocasional é necessária (em torno de dois a três meses). 
A calculadora é ecológica, mas o apelo visual com teclas verdes remete ainda mais a ideia de sustentabilidade. O dispositivo está à venda pela internet e custa aproximadamente R$18,00.


Fonte: ClicoVivo

Tecnologia - Dispositivo carrega eletrônicos com hidrogênio

O aparelho é comercializado através do site da empresa por US$ 100

 Dispositivo carrega eletrônicos com hidrogênio


A empresa Horizon Fuel Cell Technologies, instalada no Cingapura, é especializada em desenvolver tecnologias para a obtenção de energia a partir de fontes renováveis. Uma das invenções, o MiniPak, oferece a possibilidade de recarregar dispositivos eletrônicos utilizando como combustível o hidrogênio.
A novidade consegue suprir as necessidades dos usuários que querem energia, de maneira prática, portátil e ecologicamente correta. Ele dispensa o uso de pilhas ou baterias descartáveis e utiliza como fonte energética uma alternativa limpa.
O dispositivo cabe confortavelmente em uma mão e pode ser usado em qualquer aparelho eletrônico que requer até três watts de potência e também funciona como carregador universal. Entre os acessórios compatíveis estão celulares, smartphones, dispositivos de jogos, GPS portáteis, dispositivos de iluminação e mp3 players.
O MiniPack possui uma célula de combustível de ar passiva, que armazena o hidrogênio distribuído em dois cartuchos que suportam carga equivalente a mil pilhas AA descartáveis. A recarga é transmitida para os eletrônicos através de um cabo USB. O aparelho é comercializado através do site da empresa por US$ 100. Clique aqui para acessar o site.
Além dele, os engenheiros e cientistas da Horizon Fuel Cell Technologies estão desenvolvendo outras tecnologias movidas a energia limpa para serem empregadas em aparelhos domésticos, transportes, sistemas aeroespaciais, entre outras coisas.
 

Fonte: Redação CicloVivo

Sustentabilidade - Dez princípios básicos para a mobilidade urbana sustentável

The TransJakarta Bus Rapid Transit System, Indonésia. - ITDP

Dez princípios básicos para a mobilidade urbana sustentável


De acordo com o International Transport Forum, o setor de transporte  é responsável por cerca de 1/4 das emissões dos chamados Gases do Efeito Estufa – GEE, na maior parte devido ao grande crescimento da frota de carros e caminhões, e o aumento de usuários no transporte aéreo. Um crescimento de 45% de 1990 a 2007.  Até aí, acho que nenhuma novidade. Sabemos que a forma como transportamos mercadorias e  a nós próprios tem um impacto considerável ao meio ambiente: quer seja na emissão dos GEE, na construção de rodovias e na urbanização não planejada que este processo acarreta.
Tomemos o exemplo do Brasil: a malha rodoviária recebeu grandes incentivos a partir da década de 50, o que possibilitou o seu rápido crescimento, principalmente devido a inserção da indústria automobilística no país. Na última crise, o Governo Lula optou pela baixa nos preços dos automóveis para salvar a economia do país. Segundo dados de Abril do Departamento Nacional de Trânsito – DNT, o país possui uma frota de mais de 61 milhões de veículos e este número cresce a cada dia.
A falta de planejamento urbano é também um agravante à sustentabilidade urbana: há um crescimento que não considera condições básicas à vivência, e muito menos, a sustentabilidade. Podemos citar aqui o crescimento populacional nas grandes cidades: estima-se que em 2030, 60% da população mundial, cerca de 5 bilhões de pessoas, viverão em áreas urbanas – e a maioria delas em países em desenvolvimento. Ou seja, é urgente criarmos condições para um equilíbrio entre moradia, transporte, circulação de carros e pedestres, manutenção de áreas verdes, etc.
Em relação ao impacto do crescimento populacional na qualidade do transporte nas cidades, o Institute for Transportation and Development Policy (ITDP) desenvolveu uma publicação que apresenta 10 princípions para que as cidades possam encarar estes desafios que falei e chegar a esse equilíbrio.  “Our Cities Ourselves: 10 Principles for Transport in Urban Life” é uma publicação para auxílio em um planejamento urbano mais inteligente.
Veja abaixo estes 10 princípios:
  1. Andar a pé: é preciso garantir espaços seguros, desobstruídos e de qualidade aos pedestres;
  2. Não-poluentes: deve-se criar condições ao uso de transportes não-poluentes, como a criação de ciclovias;
  3. Transporte público: oferecer transporte público de qualidade, que supra as necessidades dos passageiros;
  4. Controle de tráfego: criar restrinções a carros em locais de grande circulação de pedestres;
  5. Serviços delivery: fazer as entregas da forma mais segura e limpa possível;
  6. Integração: é preciso integrar pessoas e construções, possibilitando lazer, trabalho e outras atividades em espaços próximos;
  7. Preencher espaços: com o preenchimento de espaços vazios, como terrenos baldios, possibilita essa integração do item F, tornando as atividades possíveis a pé, por exemplo;
  8. Preservação dos bens: preservar a diversidade sociocultural, os ambientes e belezas naturais da cidade;
  9. Diminuir distâncias: criar conexões entre lugares, possibilitando caminhos diretos e livres;
  10. Durabilidade: planejamento e uso de materiais de qualidade, posterior manutenção.

Informações - A comunicação e as estratégias de busca pelo consumidor verde

A comunicação e as estratégias de busca pelo consumidor verde


Nos últimos anos do Segundo Milênio, mais precisamente com a realização do evento Rio 92 que reuniu 108 chefes de Estado de todo o mundo, muitos países começaram a se preocupar, de maneira mais efetiva, com a concepção de estratégias para um desenvolvimento mais sustentável e menos consumista.
Aos poucos, esta conscientização sobre os problemas que o Homem tem ocasionado na Natureza (como a poluição dos rios, o desmatamento, a diminuição da camada de ozônio, só para citar alguns) se popularizou graças aos meios de comunicação e, com essa disseminação, os consumidores em potencial começaram a escolher seus produtos de consumo não apenas pelo preço, pela praticidade ou pelo renome da marca, mas também por uma pergunta: o que esta empresa faz pela conscientização ambiental e pela preservação da Natureza?
Este consumidor que realiza suas compras, ao menos parcialmente, com base nos critérios ambientais é chamado de “consumidor verde”. E cada vez mais as empresas traçam estratégias comunicacionais de responsabilidade socioambiental para convencer os consumidores verdes a comprarem os seus produtos e/ou seus serviços, com justificativas ambientais como a impressão de panfletos em papel reciclado, a plantação de árvores, o apoio a Organizações Não-Governamentais que promovem a conscientização ecológica, entre outras estratégias.
Porém, um fato que não pode ser esquecido pelas empresas é manter a honestidade desta busca. Ou seja, promover a sustentabilidade não apenas como “alçada de Marketing” para os públicos externos, mas também originar uma cultura sustentável no ambiente interno das organizações. E isso se faz necessário no Terceiro Milênio, ainda mais com a distribuição mais rápida das informações e com o desenvolvimento acelerado das novas mídias e de sites de relacionamento.
Como exemplo, se uma empresa for acusada de prejudicar alguma floresta ou algum rio, a notícia (verídica ou não) pode se espalhar rapidamente por sites especializados e ser comentada em comunidades virtuais gerando, além de danos sérios ao meio ambiente, uma grande crise de imagem para a organização.
Pode-se concluir com isso que a verdadeira responsabilidade social das empresas não está em colocar uma “máscara verde” em suas propagandas institucionais ou de apenas publicar releases de vez em quando sobre as ações ecológicas que a empresa promove. É necessário, isso sim, investir numa política responsável de comunicação e conscientização interna e externa para que a organização tenha uma postura honesta e uniforme diante dos problemas ambientais existentes em todo o mundo. A busca por uma boa imagem da empresa irá agradecer, e a Natureza também.


Fonte: Esse tal meio ambiente?

Meio Ambiente - Nova York transforma o “maior lixão do mundo” em parque gigante


Nova York transforma o “maior lixão do mundo” em parque gigante


O distrito de Staten Island, na metrópole americana de Nova York, se tornou exemplo mundial ao transformar o enorme lixão de Fresh Kills em um parque maior que o tradicional e famoso Central Park.
A transformação na paisagem é impressionante. O lixão, fechado em 2001, costumava receber diariamente mais de 25 mil toneladas de resíduos, de todos os tipos. No total, a área chegou a servir de depósito para 150 milhões de toneladas de lixo, que amontoados alcançavam 50 metros.
Hoje a realidade é totalmente diferente. Repleto de área verde, a transformação foi total e o maior lixão do mundo, que antes era um problema para os moradores, se transformou em lazer e diversão. Para que a revitalização acontecesse foi preciso estabelecer, primeiramente, a qualidade do terreno, construir um canal que proporcionasse a vazão do gás metano, liberado pela decomposição do lixo, e instalar uma camada de plástico usada para extrair o chorume.
O processo não acaba por aí, técnicos ainda vão levar três décadas observando as condições do parque e cuidando da saúde dos frequentadores. A estrutura do parque é repleta de atrativos, como 65 quilômetros de trilhas, quadras esportivas, parques e espaços destinados a algumas atividades náuticas de pequeno porte, como o caiaque e passeio de pedalinho. A previsão é de que ele seja liberado para o público ainda neste ano.
A exemplo de Nova York, o Brasil também possui imensos lixões. A diferença entre os dois países é que o maior lixão daqui não virou parque. Localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, o Jardim Gramacho recebe diariamente sete mil toneladas de lixo.
A situação da área carioca foi tema do documentário Lixo Extraordinário, do artista plástico Vick Muniz, mostrando que o descarte de resíduos ainda é um problema no Brasil. Enquanto os Estados Unidos encaminham 32% do lixo orgânico para a compostagem, o Brasil envia apenas 2%. Na Europa os números são ainda mais exemplares, com países alcançando até 50%.
A cidade de São Paulo é a maior produtora de resíduos do Brasil, com 18 toneladas diárias, o equivalente a 1,6 quilo por pessoa. Isso comprova que o Brasil produz mais lixo individual do que a China, que produz 1,5 quilo por pessoa.
O distrito de Staten Island, na metrópole americana de Nova York, se tornou exemplo mundial ao transformar o enorme lixão de Fresh Kills em um parque maior que o tradicional e famoso Central Park.
A transformação na paisagem é impressionante. O lixão, fechado em 2001, costumava receber diariamente mais de 25 mil toneladas de resíduos, de todos os tipos. No total, a área chegou a servir de depósito para 150 milhões de toneladas de lixo, que amontoados alcançavam 50 metros.
Hoje a realidade é totalmente diferente. Repleto de área verde, a transformação foi total e o maior lixão do mundo, que antes era um problema para os moradores, se transformou em lazer e diversão. Para que a revitalização acontecesse foi preciso estabelecer, primeiramente, a qualidade do terreno, construir um canal que proporcionasse a vazão do gás metano, liberado pela decomposição do lixo, e instalar uma camada de plástico usada para extrair o chorume.
O processo não acaba por aí, técnicos ainda vão levar três décadas observando as condições do parque e cuidando da saúde dos frequentadores. A estrutura do parque é repleta de atrativos, como 65 quilômetros de trilhas, quadras esportivas, parques e espaços destinados a algumas atividades náuticas de pequeno porte, como o caiaque e passeio de pedalinho. A previsão é de que ele seja liberado para o público ainda neste ano.
A exemplo de Nova York, o Brasil também possui imensos lixões. A diferença entre os dois países é que o maior lixão daqui não virou parque. Localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, o Jardim Gramacho recebe diariamente sete mil toneladas de lixo.
A situação da área carioca foi tema do documentário Lixo Extraordinário, do artista plástico Vick Muniz, mostrando que o descarte de resíduos ainda é um problema no Brasil. Enquanto os Estados Unidos encaminham 32% do lixo orgânico para a compostagem, o Brasil envia apenas 2%. Na Europa os números são ainda mais exemplares, com países alcançando até 50%.
A cidade de São Paulo é a maior produtora de resíduos do Brasil, com 18 toneladas diárias, o equivalente a 1,6 quilo por pessoa. Isso comprova que o Brasil produz mais lixo individual do que a China, que produz 1,5 quilo por pessoa.
 
Fonte: Planeta Sustentável.

Videos - Como reduzir sua emissão de carbono

 

Energia - Brasil pode ter 93% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2050

 Brasil pode ter 93% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2050

 
O Greenpeace aproveitou a 16ª Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas para cobrar revoluções no setor energético brasileiro. Em um estudo ambicioso, chamado “Revolução Energética”, a ONG ambiental prevê que em 40 anos o Brasil pode ter 93% de sua energia vinda de fontes renováveis.
Atualmente 88% da eletricidade utilizada em todo o Brasil é proveniente de fontes renováveis. A maior parte dessa energia limpa é produzida em usinas hidrelétricas e, de acordo com o estudo do Greenpeace, mesmo com as mudanças essa ainda seria a tecnologia mais usada no país.
A expectativa da ONG é de que até 2050 os brasileiros estejam livres da eletricidade produzida em usinas termelétricas, movidas a óleo e carvão e que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa.
A proposta do Greenpeace é de que a revolução possibilite cobrir 93% da demanda energética brasileira somente com fontes renováveis. O artigo mostra que as hidrelétricas continuariam sendo as principais geradoras, com 45,6% do total nacional. Em segundo lugar nesse ranking estaria a energia eólica, com 20,3%, modo de produção que corresponde atualmente a somente 1% da demanda brasileira. A biomassa viria em terceiro lugar, com 16,6%, seguida pelas energias solar e oceânica, com 9% e 0,7%, respectivamente. O último tipo de produção a partir das ondas do mar, seria algo inédito no Brasil, por isso ocorre em uma quantidade ainda bastante pequena.
Apesar de usarmos atualmente um grande percentual de energia limpa no Brasil, chegará um momento em que as hidrelétricas brasileiras serão saturadas. O coordenador do estudo, Ricardo Baitelo, explicou que isso pode ocorrer nos próximos dez ou 20 anos e que exigirá investimento em novas matrizes. Para ele, esse é o maior motivo para se investir em biomassa e energias eólica e solar. Se isso não for feito, o país correrá o risco se tornar dependente das usinas termoelétricas.
As energias renováveis estão em movimento e isso tem gerado um barateamento, principalmente na energia eólica, que atualmente é a segunda mais barata do Brasil, perdendo apenas para as hidrelétricas. Mesmo diante dessas possibilidades de redução de custos essa revolução sugerida pelo Greenpeace precisará de muito investimento para se concretizar. A estimativa é de que a mudança custe R$ 869 bilhões. Mesmo sendo um valor alto, ainda está abaixo das expectativas do governo, que projetava gastar R$ 995 bilhões com a reestruturação energética brasileira. O relatório também contou com um pedido de exclusão das usinas nucleares dos projetos brasileiros.